A baqueta ( ou cajado), se comparada com os outros instrumentos da ARTE, pode ser considerada, sem sombra de duvida, o mais importante entre eles. Sendo essencialmente um símbolo fálico, o bastão representa a presença e o poder do eu criador e da vontade manifesta do magista. O bastão deve assim ser reto e poderoso, uma figura digna de sua força divina. (Note "E ele regerá as nações com a vara de ferro" Apc 2,27).
A baqueta representa por extensão o equilíbrio mágico pois corresponde, na arvore da vida ao pilar do meio, cuja soma é 463 -- consulte para isso o SEPHER SEPHIROT de A. Crowley. Portanto ela é o caminho que conduz diretamente do reino a coroa e vice versa. Ou seja através dela é que a energia descerá do céu até a terra, pelo fio condutor de cobre que a varinha deveria ter segundo a tradição, como é exposto em algumas clavículas de salomão; o cobre aqui representaria o amor que une os dois pólos imantados e conduz a energia, pois é um metal correspondente a Vênus: a amante. além disto, seria desnecessário dizer que a baqueta é essencialmente dupla assim, tal como a eletricidade tem nos circuitos seu veiculo de atuação a baqueta seria então este veiculo que corresponde ao transmissor da ordem do agente para o objeto.
Esse instrumento deveria confeccionado de um galho perfeitamente reto da amendoeira ou aveleira, galho este cortado da árvore sem entalhamento e sem hesitação de um só golpe com uma faca afiada. Isso deve ser feito antes do nascer do sol e na estação em que a árvore estiver prestes a florescer. O galho deverá ser submetido a um meticuloso procedimento de preparação, sendo despojado de suas folhas e brotos, as ascas removidas e as extremidades aparadas cuidadosamente e os nós aplainados.
Esta forma de aquisição da baqueta, não é a única, mas guarda algo em comum com todas as outras. É demorada, complicada e desafiadora. No final de contas, o mais importante é o exercício e desenvolvimento da vontade submetido a uma forte prova. Nas palavras de Israel Regardie, em A Árvore da Vida:
"O mago que se incomodou a ponto de se levantar duas ou três vezes á meia-noite por seu bastão, negando-se o repouso e sono, terá pelo próprio fato de ter assim agido, se beneficiado consideravelmente no que diz respeito à vontade".
Ou como Eliphas Leví completou em Dogma e ritual da Alta magia:
“O camponês que cada manhã se levanta às duas ou três horas e caminha para longe do conforto de sua cama para colher um ramo da mesma planta antes do nascer do sol, pode realizar inúmeros prodígios simplesmente portando a plana”.
É por isso que uma baqueta comprada ou ganhada de presente não têm qualquer valor para o adepto. Sendo conquistado a duras penas a baqueta passa a representar a palavra, o verbo ativo da vontade direcionada. Só tendo a própria vontade sob controle tem-se controle sobre as vontades alheias e o magista fará isso através da sua baqueta.
Não é a baqueta que deve controlar o mago, mas o contrário. Também não é aconselhável que se perca tempo com brincadeiras inúteis ou com fantasias estilo ocus pocus porque a baqueta, assim como a vontade do operador deve ser considerada no mais absoluto respeito uma vez que é um instrumento de criação, fruto de sua mais forte vontade. Tal como um homem castrado, o magus sem a baqueta nada pode fazer senão destruir.
Por sua importância e valor a tradição sempre defendeu que a baqueta deveria ser a medida de todo o templo. Como está escrito: “Foi me dada uma vara como régua com as palavras: "Eleva-te e mede o templo de Deus, o altar e aqueles que nele adoram.” [Apc 11,1]. Ela deveria, portanto, ser do tamanho do antebraço, do palmo ou da pegada do magista e a partir desta medida básica seriam feitos o altar e dispostos os demais instrumentos ao redor do mesmo.
Mas todos estes detalhes técnicos só estão aqui colocados com o fito único de expor de maneira sucinta a proporção da importância deste instrumento e o poder que ele representa dentro do circulo. E assim o magista poderá conhecer a arte da baqueta com a qual fará as invocações e comandará os espíritos conforme o maestro rege sua orquestra.
Fellipe de Mello Suisso 24/06/1984 às 23 horas e 15 minutos. cor preferida: azul, cinza e preto perfume: Armani Cold
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Mitra, Jesus Cristo, o Natal, o Sol e etc.
Nasceu numa manjedoura no dia 25 de dezembro e foi venerado por humildes pastores
Celebrou uma Santa Ceia, junto com 12 discípulos, antes de voltar para a casa do Pai
Ascendeu ao Céu de onde prometeu voltar no fim dos tempos para o Juízo Final
Garantiu a vida eterna a quem se batizasse.
Estas são apenas algumas das peculiaridades do deus Mitra, cujo culto, começado na Pérsia não menos de 4000 anos atrás, difundiu-se em todo o território do Império Romano chegando a ser uma das religiões mais bem sucedidas (mais popular que o próprio cristianismo ) durante quase quatro séculos seguidos.
Celebrou uma Santa Ceia, junto com 12 discípulos, antes de voltar para a casa do Pai
Ascendeu ao Céu de onde prometeu voltar no fim dos tempos para o Juízo Final
Garantiu a vida eterna a quem se batizasse.
Estas são apenas algumas das peculiaridades do deus Mitra, cujo culto, começado na Pérsia não menos de 4000 anos atrás, difundiu-se em todo o território do Império Romano chegando a ser uma das religiões mais bem sucedidas (mais popular que o próprio cristianismo ) durante quase quatro séculos seguidos.
Como atestam os antigos textos em sânscrito ( 1400 a .C. ), na religião dos antigos Persas, Mitra (ou Mithras da palavra mihr, sol) era considerado um anjo inferior a Ormuzd, o Ser Supremo, mas superior ao deus Sol. Durante o período védico do hinduísmo Mitra (associado a Varuna) era o deus da criação, da ordem universal e da amizade. Os Magos afirmavam que existia uma Trindade formada por Mitra (que era o Sol Dominus Invictus dos Romanos), Ormuzd e Ahriman.
Mitra era onissapiente ( que sabe tudo ), inimigo da escuridade e do mal, deus das vitórias militares. Protetor dos justos, agia como mediador entre a humanidade e o Ser Supremo. Ele encarnou-se para viver entre os homens e enfim morreu para que todos fossem salvos. Os fiéis comemoravam a sua ressurreição durante cerimônias onde eram proferidas as palavras:
"Aquele que não irá comer o meu corpo e beber o meu sangue, assim que ele seja em mim e eu nele, não será salvo"
"Aquele que não irá comer o meu corpo e beber o meu sangue, assim que ele seja em mim e eu nele, não será salvo"
O mitraísmo que entrou no Império Romano era uma mistura de mitraísmo persa, astrologia babilônica e mistérios gregos. Os primeiros contatos entre o mundo romano e mitraístas persas datam do I século antes de Cristo, como atesta uma epígrafe de Antíoco I de Comagene (69-34 a .C.) encontrada na Ásia Menor. Sabe-se, também, que adoradores de Mitra já existiam em Roma na época de Pompeu (67 a .C.) quando, de acordo com o historiador Plutarco, tropas desse triúnviro (Magistrado romano incumbido, com mais dois colegas, de uma parte da administração pública.) descobriram os "rituais secretos" de prisioneiros capturados na Cilícia (a terra de São Paulo).
Entretanto os restos mais antigos do culto de Mitra no território do Império Romano foram encontrados na cidade de Carnuntum ( próxima do Rio Danúbio ). Uma legião romana, a XV Apollinaris, foi enviada de Carnuntum à Ásia para combater contra Judeus e Persas e, quando regressou, construiu um templo consagrado a Mitra.
Em Roma surgiram mais de 700 templos dedicados a esse novo deus e mais ainda na cidade de Óstia. Todavia o culto foi oficialmente aceito no Império só a partir do fim do segundo século e alcançou o apogeu de sua popularidade no terceiro século da nossa era. Da mesma forma que os cristãos, entre os fâmulos ( criado, servidor ) de Mitra não tinha discriminação social mas, enquanto os primeiros pertenciam principalmente à pequena burguesia urbana, o mitraísmo era essencialmente difuso entre três classes: os mercantes, os escravos e os militares. Como os soldados eram destacados ao longo das compridas fronteiras imperiais, restos desse antigo culto foram encontrados em abundância onde existiam guarnições e fortes romanos.
O culto de Mitra era uma religião misteriosa e simbólica; as mulheres ficavam excluídas das formas exteriores e regulares da liturgia. Muitos elementos de sua organização lembram os da moderna Maçonaria.
A história de Mitra principia com o Demiurgo (Ahriman) oprimindo a humanidade. Apiedado, Mitra encarnou-se no dia 25 de dezembro, data que na antiguidade correspondia ao solstício de inverno.
Ele nasceu de uma rocha e pregou numa caverna (também Jesus veio ao mundo numa gruta), porém, segundo a mitologia persa, Mitra fora gerado por uma virgem denominada "Mãe de Deus".
Durante sua vida terrena Mitra manteve-se casto, pregou a irmandade universal e operou inúmeros milagres. Outrossim, o acontecimento mais marcante foi a luta simbólica de Mitra contra o touro sagrado (ou touro equinocial) que ele derrotou e sacrificou (tauroctonia) em prol da humanidade.
Todavia, como nos antigos textos persas o próprio Mitra era o touro, a tauroctonia adquire o dúplice significado de vitória sobre o mundo terreno e de auto-sacrifício da divindade a fim de redimir o gênero humano de seus pecados.
Durante sua vida terrena Mitra manteve-se casto, pregou a irmandade universal e operou inúmeros milagres. Outrossim, o acontecimento mais marcante foi a luta simbólica de Mitra contra o touro sagrado (ou touro equinocial) que ele derrotou e sacrificou (tauroctonia) em prol da humanidade.
Todavia, como nos antigos textos persas o próprio Mitra era o touro, a tauroctonia adquire o dúplice significado de vitória sobre o mundo terreno e de auto-sacrifício da divindade a fim de redimir o gênero humano de seus pecados.
São Justino Mártir atesta que existia uma eucaristia de Mitra onde os fiéis compartilhavam pequenos pães redondos e água consagrada simbolizando, respectivamente, a carne e o sangue do deus encarnado (seria um tipo de ostia ou Hostia).
Este ritual, que ocorria aos domingos (dia da semana consagrado ao Sol), era chamado Myazda e correspondia exatamente à missa dos cristãos. Mitra não morria fisicamente, mas apenas simbolicamente e, como divindade solar, ressuscitava todo ano. Cumprida a missão terrena, ele jantava pela derradeira vez com seus discípulos e subia ao Céu. Seus adeptos tinham que jejuar freqüentemente e, após terem recebido um marco na testa (no nível Miles, soldados), passavam a ser chamados "Soldados de Mitra". Surpreendentemente a própria Igreija cristã incorporou boa parte das práticas mitraístas como a liturgia do batismo, da crisma, da eucaristia, da páscoa, e a utilização do incenso, das velas, dos sinos, etc. Até as vestimentas usadas pelo clero católico eram extremamente parecidas com as dos sacerdotes de Mitra, como a tiara e a mitra, barretes usados pelos antigos persas.
domingo, 26 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Estranho
Mando um pulso do meu coração em direção ao vazio que grita dentro de mim.
Revivendo as imagens que passaram, hoje estou só.
O mundo está cansado. E perdido. E somos todos carne e sangue a despedaçar nele, sem nada mais para odiar.
Me sinto regurgitado por esgotos e cuspido fora pelo céu. Então, nessa vida, eu renasci dentro do seu mundo de extravagâncias para poder me ocupar de desejos feitos de fatais pretensões até o começo do final dos tempos.
Mas não há esperança onde eu vivo. As pessoas não têm mudado.
Então suba nas minhas costas.
Eu abandono minhas visões para ficar espreitando nas sombras. Eu tenho a cor do cristal. Minha cobertura é despedaçada e sou o rei ateu dos anjos revoltosos acabando com o fim. Uma sombra de mentiras que envolve você para vencer o arranjo do destino.
Não me deixa feliz ser assim, estranho.
O ultimo numa fila de últimos.
E ai vem o Reino, despencando, sendo destruído. E eu, como o soberano de um lugar de Nada. De covardias e concessões. E no seu mais negro mistério eu seguro a chama do mistério, podemos ver o mundo sendo consumido pela sua própria dor.
Os ponteiros sempre param ante de mim e o céu não pode mais me ignorar.
O eco lança para longe de mim a sombra perdida do meu lado. Não há mais motivos para disfarçar, porque agora eu posso recomeçar.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Piada sobre religião
Havia dois homens dividindo um carro ferroviário. Eles não se conheciam, só estavam viajando juntos por acaso. Um dos homens tinha guardada em sua capa uma caixa de papelão, com buracos feitos no topo. Depois de um tempo imaginando o que havia dentro da caixa de seu companheiro de viagem, o outro homem não conseguiu conter sua curiosidade. Ele disse, "com licença, eu não pude deixar de notar sua caixa. Por acaso há algum tipo de animal aí dentro?" O outro homem sorriu e educadamente respondeu "você está absolutamente correto. Há mesmo uma criatura dentro desta caixa. E na verdade, eu posso até revelar, que o animal em questão é uma fuinha." O homem que iniciou a conversa ficou surpreso com a revelação. Surpreso, ele procurou uma explicação maior dessa informação, certamente provocativa, do estranho viajante..."Uma fuinha? Senhor, eu confesso que não esperava que fosse uma criatura tão exótica e estrangeira. O animal que mencionou atiça tanto minha curiosidade que eu tenho que implorar para que diga mais. Qual sua relação com essa espécie, se me permite a ousadia?" O outro homem, meio constrangido, respondeu "bem, é algo pessoal, já que se trata de uma tragédia familiar. Sabe, essa história triste é sobre o meu irmão mais velho. Ele sempre foi o que você poderia chamar de ovelha negra da família. Ele sempre se satisfez em vícios comuns e previsíveis, sendo o pior de todos seu apreço por bebidas fortes. Suas bebedeiras continuaram até ele chegar ao estágio final de melancolia, o delirium tremens. Meu irmão agora vê serpentes em todos os cantos, por isso estou levando essa fuinha para ele, para que possa se livrar delas." "Me perdoe", o outro homem interrompeu, parecendo confuso, "mas essas cobras que seu irmão vê... não são cobras imaginárias?" Seu colega viajante respondeu "De fato. Mas esta..." e aqui ele gesticulou dramaticamente para a caixa perfurada, "é uma fuinha imaginária."
A realidade é aquilo que queremos ver.
Vivemos a Lei
O Homem tem o direito de viver pela sua própria lei;
de viver da maneira como quiser viver;
de trabalhar como quiser;
de brincar como quiser;
de morrer quando e como quiser.
2. O Homem tem o direito de comer o que quiser;
de beber o que quiser;
de morar onde quiser;
de se mover como quiser sobre a face da terra.
3. O Homem tem o direito de pensar o que quiser;
de falar o que quiser;
de escrever o que quiser;
desenhar, pintar, lavrar, estampar, moldar, construir como quiser;
de se vestir como quiser.
4. O Homem tem direito de amar como quiser;
"tomai vossa fartura e vontade de amor como quiserdes, quando, onde e com quem quiserdes”
de viver da maneira como quiser viver;
de trabalhar como quiser;
de brincar como quiser;
de morrer quando e como quiser.
2. O Homem tem o direito de comer o que quiser;
de beber o que quiser;
de morar onde quiser;
de se mover como quiser sobre a face da terra.
3. O Homem tem o direito de pensar o que quiser;
de falar o que quiser;
de escrever o que quiser;
desenhar, pintar, lavrar, estampar, moldar, construir como quiser;
de se vestir como quiser.
4. O Homem tem direito de amar como quiser;
"tomai vossa fartura e vontade de amor como quiserdes, quando, onde e com quem quiserdes”
A Solidão doi muito
Dance comigo no balé dos anjos caídos,
Ensina-me a andar sob campos descoloridos e cinzentos vestígios de céu,
Nas fendas em paredes antigas de fungos,
No ar pesado e imóvel de tristeza decadente...
A energia negativa flui em mim quase tomando forma própria,
Em recintos abandonados de consciência enlutada entidades cósmicas,
De etéreos paraísos artificiais vagos, iludidos,
Lágrima fria que vegeta à própria sombra.
Desde cedo,desde sempre, no passar dos dias infelizes momentos,
Solitário,adoecido,pensando em como seria diferente,
Sem retratos, esmoreço, pelo esforço constante de manter-me vivo
Deitado,soluçando como lobo acuado,
Em covil oculto e maldito.
Ostento a marca do pesadelo,carrego a cruz de um Cristo tombado
Pela força de inexorável destino.
Não ressuscitarei sem ti,
Meu pão e vinho, verdade que salva,
Ironicamente nos beijos de pagã,ninfa inspiração satânica,esplendorosa em natureza sacra,
Como nas raízes do que hoje é deturpado em versículos e dogmas.
Atingindo o ápice da dor, construo outra,
Em multiformes desejos reprimidos e anseios ingênuos
Como numa corrida em floresta chuvosa quando os espíritos sobrevoam a casa cheia de luzes
Profetizando sobre crianças mortas em lareiras.
Sim, dance comigo,abraça-me,
Para que a Morte em outra longa conversa, impaciente não toque meu coração
Ressoando em dobres distantes que confundem santidades inquietas,
De delírios e visões funéreas onde carregam minhas cinzas em caixa craniana.
Estou longe de tudo e de todos
Ensina-me a andar sob campos descoloridos e cinzentos vestígios de céu,
Nas fendas em paredes antigas de fungos,
No ar pesado e imóvel de tristeza decadente...
A energia negativa flui em mim quase tomando forma própria,
Em recintos abandonados de consciência enlutada entidades cósmicas,
De etéreos paraísos artificiais vagos, iludidos,
Lágrima fria que vegeta à própria sombra.
Desde cedo,desde sempre, no passar dos dias infelizes momentos,
Solitário,adoecido,pensando em como seria diferente,
Sem retratos, esmoreço, pelo esforço constante de manter-me vivo
Deitado,soluçando como lobo acuado,
Em covil oculto e maldito.
Ostento a marca do pesadelo,carrego a cruz de um Cristo tombado
Pela força de inexorável destino.
Não ressuscitarei sem ti,
Meu pão e vinho, verdade que salva,
Ironicamente nos beijos de pagã,ninfa inspiração satânica,esplendorosa em natureza sacra,
Como nas raízes do que hoje é deturpado em versículos e dogmas.
Atingindo o ápice da dor, construo outra,
Em multiformes desejos reprimidos e anseios ingênuos
Como numa corrida em floresta chuvosa quando os espíritos sobrevoam a casa cheia de luzes
Profetizando sobre crianças mortas em lareiras.
Sim, dance comigo,abraça-me,
Para que a Morte em outra longa conversa, impaciente não toque meu coração
Ressoando em dobres distantes que confundem santidades inquietas,
De delírios e visões funéreas onde carregam minhas cinzas em caixa craniana.
Estou longe de tudo e de todos
Vagando em meus pensamentos, oprimindo meus sonhos
Desprezando meus desejos.
Longe das fantasias
Longe dos entusiasmos
Vivendo a realidade
Sobrevivendo de um passado.
Estou longe, vivendo o que mais temo.
De corpo cansando e alma morrendo,
Punhos fechados, amargo veneno.
No suicídio dos meus dias
Matando as alegrias
Matando-me por dentro
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Sobre sacrificio religioso
Muito se tem discutido ultimamente a respeito da implicação subseqüente da noção de sacrifício religioso por pessoas que tem a mente aberta. O princípio de abstinência cristão nunca fora tão questionado e julgado; sendo sua prática cada vez mais delimitada a padrões de grupos específicos norteados pelo fanatismo. Porém a Roda ainda gira e seu fluxo dinâmico não permite exclusão, embora implique necessariamente em transformação. Este seria então o ponto crucial de uma explanação intencionada a discorrer sobre a mudança de perspectiva no que se refere à entrega do eu à sua expressão máxima, enquanto individualidade única, no caminho que leva à santificação, cujo verbo sacrificar é a máxima expressão, significando etimologicamente "tornar santo". Porém, dentre todos os preceitos já aceitos e estimulados à exaustão pelas instituições decadentes que ora representaram a glória opulenta do sistema antigo, o sacrifício representa a essência do equilíbrio vital de uma conduta moralmente estabelecida como instrumento de manutenção de uma ordem regida pela hipocrisia intencional de escrúpulos distorcidos e adaptados à cegueira conveniente das castas inferiores.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Espaço Evangelistico
Para quem diz que eu não abro um espaço para o povo evangélico, vai aqui uma homenagem para a capacidade deles:
Fé em Deus
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Meu formspring
Tá ai galerinha, o meu formspring é esse:
http://www.formspring.me/magun
pra quem quiser me mandar todo o tipo de perguntas
Abração
http://www.formspring.me/magun
pra quem quiser me mandar todo o tipo de perguntas
Abração
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Aster Argos
Tudo no Universo é reflexo de alguma outra coisa maior. Eu tenho o meu próprio Universo, onde existe um Sol do qual eu giro em torne dele. Assim como também eu sou um sol (reflexo de algo maior) que obriga por minha própria vontade outras coisas e eventos girarem em torno de mim. Sou eu que atraio uma ou outra coisa de acordo com minha vontade.
A palavra Reflexo pode significar a tentativa de copiar algo que já está pronto, já existe. Mas a cópia nunca é exatamente perfeita ou igual à original. Apesar de não poder existir sem a original. Também posso afirmar que, nesse caso, o reflexo é uma ação ou toda ação correspondente a algo. E que também pode ser uma ilusão. Algo que não é verdadeiro. Mas nós somos verdadeiros. Eu existo, penso e tenho ações, sou um reflexo e também reflito. O que sou? Sou uma consciência. Posso, então, afirmar que consciência é também reflexo e que se somos verdadeiramente consciências então a única verdade disso tudo é que apenas a consciência é o reflexo de algo bem maior. Uma outra consciência.
É o que sou. O reflexo de uma consciência bem maior e, portanto, verdadeira. Isso pode significar que eu sou falso, não sou o verdadeiro e que qualquer coisa que possa girar na minha órbita não é verdadeira. A menos que eu passe a fazer parte da consciência verdadeira. Ai sim, tudo que vai girar em torno de mim é verdadeiro, tudo o que eu atrair será verdadeiro, porque na verdade quem vai atrair será a consciência verdadeira e não apenas o reflexo dela.Mas o que é exatamente o Universo?
Ainda não sei essa resposta. Posso apenas especular por sobre o reflexo dela. O Universo é um corpo que cerca um centro, um Sol, uma estrela verdadeira, uma verdade. Esse algo que o corpo cerca reflete inúmeros outros corpos fazendo com que existam várias verdades, uma refletindo a outra, e ao mesmo tudo fazendo parte de um todo. Um único corpo. Uma única verdade. Essa reação em cadeia vai se estendendo até chegar em nós, ou nossa existência, e faz com que refletimos nosso próprio universo também. Que é diferente de um ser humano para o outro, porém faz parte de uma união universal. E tudo corre no mais perfeito sistema de ordem natural das coisas. Saber escolher a ação certa e agir de maneira objetivamente correta no momento certo cria uma reação em cadeia, um resultado de reações, que nos trarão realizações. Isso é tomar as rédeas de nossa própria vida. Não é controlar no sentido de fazer acontecer o que eu quero quando eu quero, mas muito mais do que isso, é aprender como funciona a máquina de ação e reação que é o nosso próprio universo.
Sendo assim, entende-se por vontade a tentativa de obter um resultado, conscientemente ou não. Logo, existe a vontade que é consciente e a que não é. Portanto, sempre estamos atraindo ações e reações. Cada ação é uma reação de uma ação anterior. Mas até a vontade é o reflexo da Vontade Verdadeira.
O que é Verdadeira Vontade?
Todo ser humano é intrinsecamente um indivíduo independente com seu papel e direção próprios. Mas não sabe o seu verdadeiro papel e por isso erra na construção deste no seu dia a dia. Mesmo assim ele é um individuo independente.Todo homem e toda mulher tem um curso, dependendo parcialmente do indivíduo e parcialmente do ambiente, que é natural e necessário para cada um. Qualquer um que seja forçado a sair de seu próprio caminho, por não entender a si mesmo ou por oposição externa, entra em conflito com a ordem do Universo e sofre de acordo.
É preciso entender que existe uma natureza real dentro do ser humano que está conectada a natureza externa e ambas agem juntas. Não estar conectado à sua real natureza, a verdadeira vontade, é estar em desequilíbrio com o Universo. Ou Universos se você separar o seu próprio do dos outros e do total, que engloba a todos. Mas tudo é uma coisa só.
É interessante saber que tanto Deus como quaisquer leis e normas que eu pretendo seguir são na verdade a minha própria concepção destas. Ou seja, o Deus que me julga pela sua moral através de minha própria consciência sou eu mesmo através de minha própria consciência. E não somente isso como também todas as ações e reações que compõem a minha vida bem sucedida em todos os aspectos sou eu mesmo. Meu próprio universo em sincronia, ou parceria, com a natureza externa são ambos minha própria vontade. Isso é minha Verdadeira Vontade em ação. E reação. O Homem é capaz de ser e usar qualquer coisa que percebe, porque tudo que ele percebe é, de certo modo, uma parte de seu ser. Ele pode, desta forma, subjugar todo o Universo do qual ele é ciente e sua Vontade Individual.
Nós temos usado a idéia de Deus para ditar nossa conduta pessoal, para obter poder sobre os nossos semelhantes, para desculpar nossos crimes e para inúmeros outros propósitos, inclusive aquele de nos realizarmos como Deus.Nós temos usado as concepções irracionais e irreais da matemática para nos auxiliarem a construir mecanismos. Nós temos usado nossa força moral para influenciar a conduta, mesmo de animais selvagens. Nós temos empregado o gênio poético para fins políticos. A idéia de Vontade, inicialmente concebida por mim, é algo muito complexo e grandioso. Se estende a tudo porque tudo o que nós percebemos é parte do que somos. Não há isolamento, se bem que a humanidade anda dormindo, porque se eu sou apenas um órgão de um corpo, separado desse corpo eu sou inútil ou desaproveitado. O todo é um corpo e cada um de nós somos partículas dele cada qual com a sua função específica. Essa função também é a Vontade Verdadeira. É lógico que cada individuo é auto-suficiente de si mesmo e por isso a interação mente – universo, Natureza interna com Natureza externa acontece de acordo com as qualidades e capacidades de cada individuo. Isto é, cada um de nós é uma estrela de um Universo particular que interage com os outros Universos particulares dentro de um Único Universo. A interação de um para com o outro e da estrela central para com o universo a sua volta vai de sua particularidade e aptidão.
Além disso, sabemos que estamos todos interligados e tudo faz parte de uma coisa só. Somos apenas o reflexo de algo bem maior que precisa acordar para o fato real de que devemos trabalhar um para o outro. E não para os agregados psicológicos que compõem a mente do reflexo adormecido que nós pensamos que somos.
Individualmente temos um destino que corresponde ao destino do todo. Cada um de nós tem uma missão a exercer e todas as missões são partes de um corpo universal, que é para onde caminha a humanidade. A Verdadeira Vontade é o exercício do desejo e o cumprimento desse destino. O reflexo, o que é falso, não está cumprindo essa Vontade Verdadeira, antes está se envolvendo com vontades exteriores absorvidas por conseqüência da dormência da mente. Fatores como a sociedade, o cotidiano, a formação intelectual e cultural de um indivíduo o força a formular falsos desejos e a exercitar falsas idéias. O que o faz aleatório a Vontade do Universo que é a sua Verdadeira Vontade. Não se encontra essa vontade ouvindo os pensamentos do reflexo dela. Mas se deve buscá-la. Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei. O que tu queres é tua Verdadeira Vontade que tu não a sabes ainda, mas deverá buscar descobri-la. A Lei é o que você foi destinado a ter Vontade de fazer. Amor é a Lei, amor sob Vontade.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Um perfil meu aí pra vcs
Nome: Fellipe Suisso
Idade: 26
Signo: Solar de Câncer, Lunar de Touro e ascendente em peixes
Relacionamento: Divorciado
Filhos: não
Etnia: Brasileiro mesmo, apesar de ter alguma coisa de judeu eu não sou judeu.
Paixões: Artes marciais, Japão, Grécia, mitologias antigas, física, química e documentários de história da religião
Esportes: Ninjutsu, Aykidô, Karatê, basquete e natação
Pefume: Armani Cold
Comida: Massas e frutos do mar
Um Filme: Akira
Uma música: (the Beatles) I am the Waruls
Tipo de música: Classic Rock, música Celta, Hard Core, Pop, MPB e Bossa Nova.
Um Flor: Lótus
Um Vício: Chocolate com avelã
Um Passatempo: xadrez
Uma Qualidade: Justo
Um Defeito: Todos os possíveis e imagináveis
Um Doce: Qualquer um de morango
Um Animal: Gato
Uma Pessoa: Eu
Dia ou Noite: Noite, e se possível fria ou chuvosa
Verdade ou Desafio: Desafio
Praia ou Campo: Campo.
Take That - The Flood
Apesar de tudo, essa música fala de nunca desistir. E quando você já vez tudo o que você podia fazer, continue. Anda não é o final, não pare. Não olhe pra trás, continue.
Adeus To indo embora
Esse ai sou eu cantando com o meu amigo Tiago. O primeiro de muitos videos com músicas nossas que seram postadas para todos vocês. Abração.
Take That - The Flood
Standing on the edge of forever
at the start of whatever
shouting love at the World.
Back then we were like cavemen
but we met the moon and the stars
then we forgave them.
We will meet you where the lights are
the defenders of the faith we are
where the thunder turns around
they'll run so hard we'll tear the ground away.
You know no-one dies in these love drowned eyes
through our love drowned eyes
we'll watch you sleep tonight.
Although no-one understood
we were holding back the flood
learning how to dance the rain.
We were holding back the flood
they said we'd never dance again.
Breathin' (Bleeding) but none of us leavin'
wash your mouth son or you'll find yourself floatin' home
Here we come now on a dark star
seeing demons not what we are
tiny minds and eager hands will try to strike
but now we'll last the day.
There's progress now where there once was not (none)
where there once was not (none)
then everything came along.
Although no-one understood
we were holding back the flood
learning how to dance the rain.
There was more of them than us
now they'll never dance again.
Although no-one understood
there was more of them than us
learning how to dance the rain.
We were holding back the flood
they said we'd never dance again.
We will meet you where the lights are
the defenders of the faith we are
when the thunder turns around
they'll run so hard we'll tear the ground away.
Although no-one understood
there was more of them than us
learning how to dance the rain.
There was more of them than us
now they'll never dance again
now we'll never dance again.
at the start of whatever
shouting love at the World.
Back then we were like cavemen
but we met the moon and the stars
then we forgave them.
We will meet you where the lights are
the defenders of the faith we are
where the thunder turns around
they'll run so hard we'll tear the ground away.
You know no-one dies in these love drowned eyes
through our love drowned eyes
we'll watch you sleep tonight.
Although no-one understood
we were holding back the flood
learning how to dance the rain.
We were holding back the flood
they said we'd never dance again.
Breathin' (Bleeding) but none of us leavin'
wash your mouth son or you'll find yourself floatin' home
Here we come now on a dark star
seeing demons not what we are
tiny minds and eager hands will try to strike
but now we'll last the day.
There's progress now where there once was not (none)
where there once was not (none)
then everything came along.
Although no-one understood
we were holding back the flood
learning how to dance the rain.
There was more of them than us
now they'll never dance again.
Although no-one understood
there was more of them than us
learning how to dance the rain.
We were holding back the flood
they said we'd never dance again.
We will meet you where the lights are
the defenders of the faith we are
when the thunder turns around
they'll run so hard we'll tear the ground away.
Although no-one understood
there was more of them than us
learning how to dance the rain.
There was more of them than us
now they'll never dance again
now we'll never dance again.
Passando do Velho ao Novo Aeon
Faze o que tu queres há de ser o todo da Lei
Entramos em Novo Aeon. Uma Verdade mais alta foi dada ao mundo. Esta Verdade está à espera de todos que conscientemente a aceitam; mas tem que ser percebida antes que possa ser compreendida, e dia a dia aqueles que a aceitaram, e estão tentando vivê-la, aprendem mais e mais de sua Beleza e Perfeição. O novo ensino parece estranho a princípio; e a mente é incapaz de abarcar mais que um pouquinho do que ele em verdade significa. Apenas quando estamos vivendo a Lei, pode aquele pouquinho se expandir na infinita perspectiva do todo. Eu gostaria de que partilhásseis comigo um pedacinho desta grande Verdade que se tornou clara para mim nesta manhã de sol; eu gostaria de que viésseis comigo - se assim for vossa vontade - um pouquinho só além do Velho Aeon, e contemplásseis por um momento o Novo. Então, se o que vedes vos agrada, talvez fiqueis conosco; ou, talvez, voltareis atrás por algum tempo; mas uma vez a estrada esteja aberta, e o Caminho visível, sempre podereis retornar, num instante, apenas reajustando vossa Visão Interna à Verdade. Vós sabeis quão profundamente nós fomos sempre impressionados pelas idéias do Nascer e do Pôr do Sol; e como nossos irmãos de eras passadas, vendo o Sol desaparecer à noite e surgir novamente de manhã, basearam todas as suas idéias religiosas nesta concepção única de um Deus Morto e Ressuscitado. Esta era a idéia central da religião do Velho Aeon; mas nós a deixamos para trás, porque se bem que parecia estar baseada na Natureza (e os símbolos da Natureza são sempre verdadeiros), nós já crescemos além dessa idéia, a qual, mesmo na Natureza, é apenas uma aparência. Desde a época quando esse Ritual de Sacrifício e Morte foi concebido e declarado, nós, através da observação de nossos cientistas, viemos a saber que não é o Sol que se ergue e põe; mas a Terra sobre a qual vivemos gira de tal forma que sua sombra nos separa da luz solar durante aquilo que nós chamamos a noite. O Sol não morre, como pensavam os antigos; Ele está sempre fulgindo, sempre irradiando a Luz e Vida. Parai por um momento, e adquiri uma concepção clara deste Sol: como Ele está fulgindo de manhã cedo, fulgindo ao meio-dia, fulgindo à tarde, e fulgindo a meia-noite. Tendes esta idéia claramente formulada em vossa mente? ENTÃO PASSASTES DO VELHO AO NOVO AEON.
Agora, consideremos o que ocorreu convosco. A fim de assumirdes esta concepção mental do Sol sempre-fulgente, que fizeste? Vós vos identificastes com o Sol. Vós saístes da consciência deste planeta, e por um instante vos considerastes como Entes Solares. Então, para que voltar atrás? Podeis ter retrocedido involuntariamente, porque a Luz era tão ofuscante que pareceu Escuridão. Mas avançai novamente, desta vez mais por completo, e consideremos juntos quais serão as mudanças em nossa
concepção do Universo. No momento em que nos identificamos com o Sol, nós percebemos que nos tornamos à fonte de Luz: que nós, também, estamos agora brilhando gloriosamente; mas ao mesmo tempo, percebemos que a Luz do Sol não mais é para nós; nós não podemos mais ver o Sol, tal como em nossa estreita consciência do Velho Aeon, não poderíamos ver nós mesmos. Em volta nossa há Noite perpétua; mas esta é a Luz Estelar do Corpo de Nossa Senhora Nuit, na qual vivemos, e nos movemos, e temos nosso ser. Então, desta altura, nós contemplamos aquele pequeno Planeta, do qual nós, faz um momento, éramos parte; e Nos vemos emitindo a Nossa Luz sobre todos esses pequenos indivíduos que chamáramos de
irmãos e irmãs, os escravos que servem. Mas não paremos aí. Imaginai o Sol concentrando, seus raios por um momento sobre um minúsculo local: a Terra. O que acontece?
A Terra se vaporiza, ela é consumida, desaparece.
Mas em nossa Consciência Solar há Verdade, e através desta, contemplamos por um momento a esferazinha que deixamos para trás. Ela não mais é; no entanto , existe aquilo que resta. O que resta? O que aconteceu? De súbito, percebemos que "todo homem e toda mulher é uma estrela". Olhamos em nossa volta e contemplamos nossa herança mais ampla: vemos o Corpo de Nossa Senhora Nuit. Agora estamos em escuridão; estamos muito mais perto dela. Aquilo que, visto do pequenino planeta, parecia apenas pontinhos de luz, agora esbraseia como outros grandes Sóis; e estes em verdade são nossos irmãos e irmãs, cuja essencial e Estrelar natureza nós nunca antes percebêramos que havíamos deixado
para trás. Há lugar para todos aqui; cada um viaja em Sua própria verdadeira
Via; tudo é Alegria. Agora, se desejais retroceder ao Velho Aeon, fazei-o. Mas tentai levar na memória que esses em volta vossa são na realidade Sóis e Estrelas; não pequenos escravos trêmulos. Se não quereis ser um Rei vós mesmos, entretanto admiti que eles têm direito à Realeza, mesmo como vós tendes este direito, quando quiserdes aceitá-lo. E no momento em que quiserdes aceitá-lo, tendes apenas que vos lembrar disto — Olhai as coisas do ponto de vista do Sol.
Amor é a lei, amor sob vontade
Entramos em Novo Aeon. Uma Verdade mais alta foi dada ao mundo. Esta Verdade está à espera de todos que conscientemente a aceitam; mas tem que ser percebida antes que possa ser compreendida, e dia a dia aqueles que a aceitaram, e estão tentando vivê-la, aprendem mais e mais de sua Beleza e Perfeição. O novo ensino parece estranho a princípio; e a mente é incapaz de abarcar mais que um pouquinho do que ele em verdade significa. Apenas quando estamos vivendo a Lei, pode aquele pouquinho se expandir na infinita perspectiva do todo. Eu gostaria de que partilhásseis comigo um pedacinho desta grande Verdade que se tornou clara para mim nesta manhã de sol; eu gostaria de que viésseis comigo - se assim for vossa vontade - um pouquinho só além do Velho Aeon, e contemplásseis por um momento o Novo. Então, se o que vedes vos agrada, talvez fiqueis conosco; ou, talvez, voltareis atrás por algum tempo; mas uma vez a estrada esteja aberta, e o Caminho visível, sempre podereis retornar, num instante, apenas reajustando vossa Visão Interna à Verdade. Vós sabeis quão profundamente nós fomos sempre impressionados pelas idéias do Nascer e do Pôr do Sol; e como nossos irmãos de eras passadas, vendo o Sol desaparecer à noite e surgir novamente de manhã, basearam todas as suas idéias religiosas nesta concepção única de um Deus Morto e Ressuscitado. Esta era a idéia central da religião do Velho Aeon; mas nós a deixamos para trás, porque se bem que parecia estar baseada na Natureza (e os símbolos da Natureza são sempre verdadeiros), nós já crescemos além dessa idéia, a qual, mesmo na Natureza, é apenas uma aparência. Desde a época quando esse Ritual de Sacrifício e Morte foi concebido e declarado, nós, através da observação de nossos cientistas, viemos a saber que não é o Sol que se ergue e põe; mas a Terra sobre a qual vivemos gira de tal forma que sua sombra nos separa da luz solar durante aquilo que nós chamamos a noite. O Sol não morre, como pensavam os antigos; Ele está sempre fulgindo, sempre irradiando a Luz e Vida. Parai por um momento, e adquiri uma concepção clara deste Sol: como Ele está fulgindo de manhã cedo, fulgindo ao meio-dia, fulgindo à tarde, e fulgindo a meia-noite. Tendes esta idéia claramente formulada em vossa mente? ENTÃO PASSASTES DO VELHO AO NOVO AEON.
Agora, consideremos o que ocorreu convosco. A fim de assumirdes esta concepção mental do Sol sempre-fulgente, que fizeste? Vós vos identificastes com o Sol. Vós saístes da consciência deste planeta, e por um instante vos considerastes como Entes Solares. Então, para que voltar atrás? Podeis ter retrocedido involuntariamente, porque a Luz era tão ofuscante que pareceu Escuridão. Mas avançai novamente, desta vez mais por completo, e consideremos juntos quais serão as mudanças em nossa
concepção do Universo. No momento em que nos identificamos com o Sol, nós percebemos que nos tornamos à fonte de Luz: que nós, também, estamos agora brilhando gloriosamente; mas ao mesmo tempo, percebemos que a Luz do Sol não mais é para nós; nós não podemos mais ver o Sol, tal como em nossa estreita consciência do Velho Aeon, não poderíamos ver nós mesmos. Em volta nossa há Noite perpétua; mas esta é a Luz Estelar do Corpo de Nossa Senhora Nuit, na qual vivemos, e nos movemos, e temos nosso ser. Então, desta altura, nós contemplamos aquele pequeno Planeta, do qual nós, faz um momento, éramos parte; e Nos vemos emitindo a Nossa Luz sobre todos esses pequenos indivíduos que chamáramos de
irmãos e irmãs, os escravos que servem. Mas não paremos aí. Imaginai o Sol concentrando, seus raios por um momento sobre um minúsculo local: a Terra. O que acontece?
A Terra se vaporiza, ela é consumida, desaparece.
Mas em nossa Consciência Solar há Verdade, e através desta, contemplamos por um momento a esferazinha que deixamos para trás. Ela não mais é; no entanto , existe aquilo que resta. O que resta? O que aconteceu? De súbito, percebemos que "todo homem e toda mulher é uma estrela". Olhamos em nossa volta e contemplamos nossa herança mais ampla: vemos o Corpo de Nossa Senhora Nuit. Agora estamos em escuridão; estamos muito mais perto dela. Aquilo que, visto do pequenino planeta, parecia apenas pontinhos de luz, agora esbraseia como outros grandes Sóis; e estes em verdade são nossos irmãos e irmãs, cuja essencial e Estrelar natureza nós nunca antes percebêramos que havíamos deixado
para trás. Há lugar para todos aqui; cada um viaja em Sua própria verdadeira
Via; tudo é Alegria. Agora, se desejais retroceder ao Velho Aeon, fazei-o. Mas tentai levar na memória que esses em volta vossa são na realidade Sóis e Estrelas; não pequenos escravos trêmulos. Se não quereis ser um Rei vós mesmos, entretanto admiti que eles têm direito à Realeza, mesmo como vós tendes este direito, quando quiserdes aceitá-lo. E no momento em que quiserdes aceitá-lo, tendes apenas que vos lembrar disto — Olhai as coisas do ponto de vista do Sol.
Amor é a lei, amor sob vontade
O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima.
Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei
Se tivesse que existir uma religião universal, ela não situaria-se no tempo ou no espaço, como o Deus a quem iria reverenciar e cujo sol brilharia sobre as flores de Krishna e de Cristo, sobre santos e pecadores, que ele não seria apenas dos Brâmanes ou Budistas, Cristãos ou Islâmicos, mas o de todos eles e ainda encontraria espaço para se expandir; que nessa catolicidade envolveria-os em seu infinito abraço sempre encontrando um lugar para cada ser humano, do mais primitivo, não interferindo em sua condição, ao mais evoluido, que se destaca pelas virtudes do seu espírito e do seu coração.
Seria uma religião onde não haveria lugar para perseguições ou intolerâncias, que reconheceria a divindade em cada homem e mulher, e cujo objetivo, com todas as suas forças, seria auxiliar à humanidade a encontrar sua própria verdade, divina natureza.
Amor é a lei, amor sob vontade
Se tivesse que existir uma religião universal, ela não situaria-se no tempo ou no espaço, como o Deus a quem iria reverenciar e cujo sol brilharia sobre as flores de Krishna e de Cristo, sobre santos e pecadores, que ele não seria apenas dos Brâmanes ou Budistas, Cristãos ou Islâmicos, mas o de todos eles e ainda encontraria espaço para se expandir; que nessa catolicidade envolveria-os em seu infinito abraço sempre encontrando um lugar para cada ser humano, do mais primitivo, não interferindo em sua condição, ao mais evoluido, que se destaca pelas virtudes do seu espírito e do seu coração.
Seria uma religião onde não haveria lugar para perseguições ou intolerâncias, que reconheceria a divindade em cada homem e mulher, e cujo objetivo, com todas as suas forças, seria auxiliar à humanidade a encontrar sua própria verdade, divina natureza.
Amor é a lei, amor sob vontade
Olá, deixe-me apresentar
Por gentileza deixe-me apresentar-me
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens
E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão
Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando a Blitzkrieg* urgiu
E os corpos apodreciam
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram
Gritei bem alto
"Quem matou os Kennedys?"
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu
Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo
Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição
Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer
Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens
E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos
Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão
Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando a Blitzkrieg* urgiu
E os corpos apodreciam
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram
Gritei bem alto
"Quem matou os Kennedys?"
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu
Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo
Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo
Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição
Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer
Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo
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